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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

TRISTÃO E ISOLDA. Lenda medieval celta de Amor

 LIVRO 149




















Sobre essa lenda, só registrara de passagem, ao ler obras de ou sobre Nietzsche. O filósofo era amigo respeitoso de Richard Wagner, compositor de opera inspirada no tema. Mais tarde compositor e filósofo se desentenderam. (*)

O livro é curto, há avisos de onde foi a lenda 'consolidada' havendo, na história, muito de amor e pouco de fidelidade. E muito de fantasia.

O nome Tristão, proveio da tristeza da mãe pela perda do marido numa batalha. Ao nascer o filho, antes de morrer disse ela que o nome Tristão refletia aquele seu estado de tristeza.

Ele se tornou um jovem muito valente.

Ele era sobrinho do rei Marcos da Cornuualha que o recebeu com muito carinho.

Tristão num duelo, matou Morholt herói da Irlanda, valente e forte que impunha tributações à Cornualha.

Vencendo o irlandês, muito ferido, pede Tristão ao tio que o deixe num barco sem rumo no mar para, com sua harpa, morresse.

Tal foi feito, mas ele acaba aportando numa praia, nas imediações do porto Weisefort, da Irlanda e levado para ser cuidado pela lindíssima Isolda, a Loira dos Cabelos de Ouro que odiava o matador do seu tio Morholt.

Quando recuperado ele voltou para a Cornualha.

Os seus inimigos, barões, achavam que ele era feiticeiro e não poderia suceder o tio Marcos, dai sugeriram que o rei deveria se casar e ter seus descendentes.

Então, Tristão volta à Irlanda para trazer ao rei, Isolda, para desposar o rei Marcos. Lá, ele mata o drogão aterrador que se alimentava de jovens donzelas exigindo, conforme acordo, que Isolda lhe fosse entregue para ser a esposa de seu tio.

A rainha, mãe de Isolda, prepara uma bebida para garantir o amor eterno entre sua filha Isolda e o rei Marcos. Essa bebida foi dada aos cuidados da fiel Brangien

Isolda muito triste com Tristão, o matador de seu tio, seu "raptor" a levava a uma terra estranha.

Mas, por erro, uma serva, achou a bebida, entregou a Tristão e Isolda que a beberam.

E, passam a se amar perdidamente. E se entregam ao amor.

Por causa de seu descuido com a bebida, Bragien na noite de núpcias, sem que o rei Marcos percebesse, substiui Isolda.

A partir dai Tristão e Isolda não conseguem ficar longe um do outro. Foi descoberto que se dera um encontro na própria cama do rei, porque vazara sangue de um ferimento na perna de Tristão.

São presos e condenados à morte na fogueira. Tristão escapa porque flutua ao vento, ao se atirar num precipício. Isolda é posta na frente do fogo, mas leprosos pedem ao rei que seja ela entregue a eles. 

Tristão a salva com a ajuda de seu escudeiro Gorvenal e fogem para a floresta fechada.

O rei os encontra e no momento eles dormiam. Vendo está cena, ela os considera inocentes porque separados pela espada:



Tristão deixa a Cornualia e se fixa em Carhaix, ns Bretanha sem nunca esquecer Isolda no seu amor incontrolável. La, ele ajuda o Duque Hoël a vencer um vizinho opressor. Ele oferece a Tristão a filha, a linda Isolda das Mãos Alvas.

Mas, seu cunhado Kaherdin sabendo que Tristão não ama sua irmã o desafia para um duelo. Mas, Tristão conta seu drama obtendo a compreensão de Kaherdin.

Tristão numa luta com adversários de Kaherdin, embora tenha ajudado a vencer a batalha, foi mortalmente ferido porque a lança estava evenenada. Deve morrer.

Pede a Kaherdin que traga da Cornualha, como puder, a Isolda que ama e combina com ele,  ao se aproximar o navio do porto, abra a vela branca, um sinal de que a Isolda está a caminho ou a preta anunciando o fracasso da missão.

Mas, a Isolda esposa, tendo ouvido a conversa, informa a Tristão que a vela içada era a preta. Isolda, a esposa, se desespera com as consequências de sua mentira.

Trestão morre e Isolda dos Cabelos de Ouro, chega até o cadáver, o beija, e morre ao seu lado. 

Não há muita fidelidade nessa história. Ela é a consagração do amor.

O rei Marcos foi à Bretanha buscar os corpos dos amantes queridos e os sepulton em dois túmulos, lado a lado. 

Do túmulo de Tristão, nasceram plantas com espinhos e flores que avançavam sobre o túmulo de Isolda.

 

Referência no texto:

ECCE HOMO de Nietzsche

 

NOTA DE DIVULGAÇÃO

LIVRO 149

 TRISTÃO E ISOLDA. Lenda medieval celta de Amor

 Esta lenda inspirou a opera de Richard Wagner. Eu a descobri, mas sem qualquer conhecimento, lendo livros de ou sobre Nietzsche. Compositor e filósofo eram amigos e se admiravam, mas se desentenderam.

A lenda explica nome do herói: sua mãe muito triste com a morte do marido, ao nascer o menino batizou-o de Tristão. E morreu em seguida.

Tristão revelou-se um jovem valente e conheceu Isolda dos Cabelos de Ouro por atos heróicos pretendendo levá-la à Cornualha para se casar com o rei Marco.

A mãe de Isolda fizera uma bebida do "amor eterno" para que Isolda-Marcos a bebessem, Mas quem a bebe, por um erro de uma aia, são Tristão e Isolda.

Dá-se a paixão sem medo levando a um final trágico; ambos morrem dando-se as mãos. Pouco de fidelidade e muito de amor. O rei Marcos compreendeu isso e cuidou do sepultamento dos amantes mortos. 

Acessar:

https://resenhadoslivrosqueli.blogspot.com/2026/08/tristao-e-isolda-lenda-medieval-celta.html

 

 


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